Summary
- A TRAI divulgou em 26 de outubro um teste independente realizado de 11 a 14 de agosto no distrito de Vijayanagara: 439,8 quilômetros percorridos na área, 74 quilômetros na NH-50, treze pontos de parada e 7,6 quilômetros a pé.
- Na estrada, a tabela registra 481 amostras da BSNL com serviço limitado ou sem cobertura em um total de 4.759. O número distrital de amostras com sinal fraco diverge em cem registros dentro do mesmo PDF.
Um mapa de cobertura não precisa esperar ônibus nem encontrar sinal na estrada. Pessoas, sim. A publicação original da TRAI descreve por onde sua equipe passou em Vijayanagara: áreas históricas de Hampi, estação de Hosapete, tribunal, unidade de saúde, rodoviária e entrada da barragem. Houve 439,8 quilômetros de percurso distrital, 74 quilômetros na rota Hosapete–Banavikallu pela NH-50, treze pontos específicos e 7,6 quilômetros de caminhada. As medições foram feitas entre 11 e 14 de agosto, sob supervisão do escritório regional de Bengaluru.
Na estrada, a BSNL aparece com 481 amostras classificadas como serviço limitado ou ausência de cobertura entre 4.759, cerca de 10,11% de sua amostra naquela rota. Sinal fraco é outra coluna: 1.512 entre 4.759. Para Airtel e RJIL, a tabela aponta zero amostras sem serviço entre 5.431 e 5.409, respectivamente; para VIL, oito entre 5.303. Não há uma única fração universal para toda a região. Cada linha tem sua tecnologia, seu denominador e seu pedaço de estrada.
O próprio critério técnico ajuda a ler a tabela. A TRAI chama de sinal fraco uma medição abaixo de −110 dBm em 4G ou 5G, abaixo de −90 dBm em 3G e abaixo de −85 dBm em 2G. Já a contagem de serviço limitado ou ausente marca um resultado mais duro para quem passa ali. São indicadores para decisões diferentes: uma equipe pode examinar qualidade marginal onde o telefone ainda se conecta e priorizar cobertura onde a conexão some. Misturá-los reduziria a utilidade do teste para o operador e para o usuário.
As chamadas oferecem uma lupa de alcance menor. Três das 23 chamadas da BSNL estabelecidas na NH-50 caíram, assim como três das 28 da VIL. Airtel e RJIL não tiveram queda nas 27 chamadas de cada uma. Vinte e três ligações não medem a experiência de um distrito inteiro. No percurso distrital mais amplo, a BSNL teve 1.938 amostras sem cobertura em 48.469, ou 4,00%. A diferença entre o conjunto de trajetos e a rota da NH-50 ajuda a localizar o trabalho futuro.
Há, porém, um buraco dentro do próprio relatório. O texto principal lista 18.287 amostras distritais de sinal fraco da BSNL em 48.469. O anexo 1 lista 18.387 no mesmo total. Os dois valores constam do mesmo documento oficial. A diferença de cem amostras corresponde a aproximadamente 0,21 ponto percentual. Ela não apaga o problema da NH-50. Mas uma contagem sem conciliação torna menos nítido o ponto de partida de qualquer comparação futura. Se a próxima medição melhorar, qual dos dois totais servirá de base? A autoridade precisa corrigir ou explicar a divergência antes de usar a série como prova de progresso.
A TRAI informa que encaminhou os achados às prestadoras. O arquivo não traz um teste após correção. O próximo relatório realmente útil voltará aos mesmos pontos e fechará a diferença entre parágrafo e tabela.
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