Resumo

  • Rascunho de baixo risco favorece velocidade; direito, saúde e identidade exigem revisão responsável.
  • O teste deve preservar sentido, termos, tom e nomes para o público real.

A disputa máquina-humano esconde a pergunta útil: onde é preciso julgamento? Um sistema pode soar fluente e mudar uma condição, apagar incerteza ou inventar um nome. O conteúdo deve ser classificado por consequência, a fonte protegida, a terminologia aprovada e a revisão qualificada atribuída quando o erro importa. A próxima prova é avaliação cega em material real, com termos raros e trechos ambíguos, seguida pela taxa de correção em produção. Traduzir bem é direcionar o risco, não vencer um slogan.

Fontes