Summary
- O plano de Kisteleki de 2017 propôs duas trilhas para âncoras em VMs: provedores de nuvem pública e parceiros da comunidade. O relato de maio de 2018 identificou os primeiros participantes.
- O balanço de julho não encontrou diferença discernível nos dados analisados de uma âncora virtual e outra física próximas. Uma comparação publicada no RIPE Labs examinou sete dias; o relatório do RIPE NCC de 2019 registrou a ampliação do alcance do Atlas.
O mapa de medições globais começa com uma pergunta bem local: quem vai receber a caixa? Uma âncora física precisa de um operador que a coloque na rede e continue cuidando dela. No plano de 2017, Kisteleki queria observar lugares onde instalar equipamento era difícil. A VM aparecia como uma porta a mais.
Havia duas experiências em paralelo. Uma buscava nuvens públicas; a outra, parceiros dispostos a oferecer máquinas virtuais em suas próprias redes. As novas âncoras participariam da malha, seriam medidas por outras âncoras e atuariam também como sondas. Receberiam etiquetas para que o pesquisador pudesse incluí-las ou excluí-las. É uma forma simples de lembrar que um ponto de vista de nuvem tem endereço e contexto.
Em maio de 2018, já havia uma VM do RIPE NCC e instalações com Sander Steffann, Jared Mauch e Amazon. DigitalOcean ofereceu o par de comparação: uma VM perto de uma âncora física. No resultado de julho, Kisteleki relatou que os dados analisados não mostravam diferença de desempenho discernível. O texto credita Iñigo Ortiz de Urbina Cazenave, Michela Galante e Alun Davies, além da ajuda dos anfitriões voluntários.
Stephen Strowes examinou a comparação em análise original do RIPE Labs: sete dias de dados de cerca de trezentas outras âncoras. As medianas de HTTP ficaram perto de diferença zero; no ping surgiram diferenças pequenas. Família de endereços e condições da rede muitas vezes pesaram mais. A VM passou no teste daquela semana, com o alcance da conclusão à vista.
O próximo exame não cabia num gráfico. O anfitrião entregaria a VM pronta ou o RIPE NCC a instalaria onde ela fosse mais útil? Poderia ficar numa rede alheia? Quantas novas âncoras compensariam os custos de armazenamento e processamento? Sem o compromisso de comprar uma caixa, o anfitrião cuidaria da VM quando a novidade passasse? Kisteleki propôs começar pelo modelo mais leve, com a VM fornecida pelo anfitrião, e abriu a discussão sobre local, limite e cuidado.
O relatório anual de 2019 do RIPE NCC já atribuía às âncoras virtuais uma expansão da cobertura. O experimento havia entrado em operação. O rack ficou mais leve; a tarefa de manter a medição de pé continuou pesada o bastante para ter dono.
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