Resumo

  • Ernesto Majó anunciou em 1º de outubro de 2025 uma estrutura válida desde 1º de novembro: Carlos Martínez passou a Chief Technology Strategist e Juan Carlos Alonso assumiu como CTO.
  • Diego Mena recebeu a nova unidade de estratégia e desenvolvimento organizacional, com segurança da informação, transparência e risco entre suas tarefas.

O plantão do registro tem péssimo hábito: interrompe qualquer plano bonito. Uma falha exige alguém com autoridade sobre serviços e recuperação. A discussão sobre padrões e formação de lideranças pede tempo para olhar além do próximo alerta. Ernesto Majó decidiu que as duas agendas teriam responsáveis diferentes.

No comunicado de 1º de outubro de 2025, o diretor executivo do LACNIC marcou a entrada da nova estrutura para 1º de novembro. Carlos Martínez, até então CTO, ganhou um cargo criado para ele: Chief Technology Strategist. Sua missão inclui aconselhar a direção, apoiar as equipes operacionais, participar da coordenação técnica global e formar novas lideranças. Juan Carlos Alonso, antes líder de operações de TI, assumiu o posto de CTO e a condução dos serviços técnicos.

Majó também criou uma unidade de estratégia e desenvolvimento organizacional sob Diego Mena, novo Chief Strategy Officer. Segurança da informação, transparência e gestão de riscos entram nesse circuito; Carina García passou a ter mais responsabilidade em administração e finanças. São três perguntas em vez de uma: para onde a tecnologia vai, quem mantém os sistemas funcionando e quem assume o risco quando as duas respostas brigam.

A publicação original em espanhol fixa nomes e data. O perfil atual de Martínez já o apresenta como estrategista tecnológico. Faltam na documentação pública indicadores comparáveis de disponibilidade e um quadro de alçadas para conflitos entre áreas. Esses registros permitiriam julgar o arranjo por decisões e resultados, não pelo desenho das caixas no organograma.