Resumo

  • A segunda consulta constitucional vai de 4 a 21 de agosto de 2026, às 23h59 UTC; o texto não está em vigor.
  • Os três maiores totais válidos receberiam três anos, os três seguintes dois anos e os dois últimos um ano.
  • O ranking reuniria vencedores de seis disputas regionais e duas cadeiras baseadas em competências.
  • Votos podem ser um critério melhor que a distribuição acertada pelo novo Conselho; AFRINIC já usou ranking dentro de uma mesma função em 2026.
  • Faltam denominador comum, tratamento de abstenção e eleição sem concorrente, certificação, recontagem, recurso e correção do mandato.

O resultado da urna ganharia uma segunda função

A regra tenta resolver um problema legítimo: oito mandatos iniciados juntos também terminam juntos. Ao distribuir três durações, AFRINIC pretende voltar à renovação anual de aproximadamente um terço dos eleitos.

Há ainda um ganho de governança. Em 2025, a chamada de candidatos dizia que o Conselho recém-empossado deveria acordar sua própria distribuição inicial de prazos. Um critério eleitoral conhecido antes da votação reduz esse poder dos beneficiários.

Mas os números vêm de disputas distintas. Se 150 de 150 votos válidos apoiam um vencedor e 180 de 300 apoiam outro, o total bruto coloca o segundo acima do primeiro. O rascunho não informa se cada eleitor deve marcar todas as oito cadeiras, como conta abstenções ou se os denominadores serão iguais.

Em 2025, AFRINIC declarou eleito o único candidato retido para a cadeira do Norte da África sem realizar eleição. Isso não prevê 2028, mas expõe a pergunta: qual pontuação recebe um eleito sem adversário? Zero, um voto formal, todo o eleitorado ou uma posição separada?

Empates têm proteção: as Election Guidelines devem aplicar método justo, transparente e objetivo, e nenhum prazo é distribuído antes da solução. O mesmo rigor precisa alcançar esses outros cenários.

Fontes

Para saber mais