Resumo

  • Strickx relatou que prefixos internos mais específicos ajudavam a distribuir tráfego quando os limites de ECMP eram estreitos, mas multiplicavam as entradas de roteamento.
  • Um balanceador de camada 4 permitiu retirar muitas dessas rotas. Isso também levou embora o identificador AGGREGATOR usado para localizar vazamentos; ele disse que um ajuste no BIRD preservou a pista.

O remédio que virou carga

A apresentação de RIPE 93 separou duas decisões: qual ponto de presença recebe o tráfego Anycast e como o tráfego se espalha entre máquinas dentro dele. Na transcrição, Strickx disse que o ECMP dos roteadores antigos oferecia menos caminhos do que o número de máquinas disponíveis. Dividir prefixos internamente dava mais destinos à distribuição.

O preço aparecia na tabela. Ele descreveu um ingresso grande de prefixos que esgotou a memória do processo de roteamento e exigiu horas para reiniciar o equipamento. O time construiu depois um balanceador de camada 4 que encaminhava pacotes à capacidade livre. Assim pôde diminuir os prefixos mais específicos. Os volumes citados por Strickx são números da operação dele, não uma medição geral da RIPE NCC.

A agregação antiga trazia uma vantagem para dias ruins: o atributo AGGREGATOR carregava um identificador ligado internamente ao roteador e ao local que originava a rota. Quando um coletor público via um vazamento, a equipe usava esse marcador para achar o ponto de presença. Ao abandonar aquela etapa de agregação, perdeu também o marcador.

Strickx afirmou que adicionaram cerca de 190 linhas ao BIRD para configurar o identificador e o ASN, e pediu a coletores e servidores de rotas que mantivessem os campos visíveis. A fala documenta a solução descrita por ele. Falta o patch público e uma comparação de saídas de coletores durante um incidente para medir a utilidade fora da rede da equipe.

Uma tabela mais leve não deveria exigir uma investigação às cegas quando uma rota escapa.

Fontes: registro da apresentação RIPE 93; transcrição do grupo Routing.