Resumo

  • Um exemplo histórico da Meraki acrescenta duas licenças anuais de switches e muda o vencimento comum de 16 de abril para 14 de março de 2017: 33 dias antes.
  • O cálculo usa quantidades licenciadas e prazos ponderados por tipo de licença. Tirar equipamentos da rede não devolve tempo ao calendário compartilhado.

Uma filial pede dois switches. O pedido parece assunto dela. No licenciamento Co-Term da Meraki, a duração das novas licenças também participa de uma decisão sobre todos os demais equipamentos cobertos: quando chega o próximo vencimento comum.

O fabricante põe a surpresa no papel. No exemplo C da explicação técnica, datado de 31 de março de 2015, restam 747 dias à organização. Entram dois switches MS42P, com licenças de um ano. O resultado publicado passa a 714 dias. O vencimento sai de 16 de abril de 2017 e vai para 14 de março de 2017.

São 33 dias a menos até a renovação, numa ilustração histórica do próprio fornecedor. A compra traz cobertura adicional, mas o prazo comprado, de 365 dias, é mais curto que o prazo remanescente do conjunto. Ao juntar ambos sob uma única data, a conta aproxima o fim comum.

O gerente da filial pode estar comprando capacidade. O responsável pelo orçamento central recebe também uma alteração de agenda. Eis a parte da compra que não cabe na coluna de quantidade.

O prazo entra em um fundo com pesos

A documentação do Co-Termination descreve uma data de expiração para as licenças de cada organização Meraki. Organização, aqui, é o agrupamento administrativo no serviço. Licenças antigas e novas entram no cálculo conjunto.

Quantidade e duração importam, assim como o tipo de licença. A explicação detalhada usa como peso o preço de tabela de um ano para o tipo correspondente, chamado Base Price. Esse peso integra a fórmula de tempo. O preço efetivamente negociado na fatura pertence à contabilidade da compra e não substitui automaticamente o peso indicado pelo modelo.

Na inclusão de novos equipamentos licenciados, a contribuição de prazo começa pela duração recém-comprada menos o tempo que já resta à organização. No exemplo, um ano chega a um conjunto com mais de dois anos pela frente. A diferença é negativa. Ao distribuir essa contribuição pelos pesos do conjunto, o calendário compartilhado anda para trás.

É fácil imaginar cada compra com seu próprio relógio. Co-Term organiza as licenças em torno de um relógio comum. O comprador precisa olhar para a data resultante do conjunto, além do prazo impresso no novo pedido.

O equipamento sai; o calendário fica

O caminho inverso exige a mesma atenção. A Meraki afirma que o vencimento depende dos limites de licenciamento, e não do número atual de equipamentos. Remover um aparelho de uma rede ou da organização não altera a data de expiração.

O contador de equipamentos atuais considera os aparelhos adicionados às redes. Um equipamento apenas no inventário fica fora desse contador. Já o limite licenciado representa a capacidade fornecida pelas licenças ativas aplicáveis. Retirar aparelhos pode resolver um excesso de utilização em relação ao limite; a data continua seguindo o conjunto de licenças.

Uma baixa patrimonial, portanto, não produz por si só um crédito de dias. A operação física e a vigência contratada têm registros diferentes. A rede pode encolher enquanto o calendário permanece no mesmo lugar.

Também há diferença entre guardar a chave e adiar o início do prazo. A documentação informa que a licença começa a consumir tempo quando é processada. Esperar para adicioná-la no Dashboard não adia esse início. O equipamento pode aguardar a obra da filial; o tempo da licença não aguarda a inauguração por cortesia.

Renovar exige ler a quantidade de novo

Adicionar equipamentos e renovar a organização são operações distintas. Para uma renovação sem novos aparelhos, a explicação técnica usa todo o prazo recém-adquirido. Para a inclusão de aparelhos, considera a diferença em relação ao tempo restante. Escolher a operação é parte do resultado.

Na opção “Renew my Dashboard license”, o limite de equipamentos passa a seguir as quantidades da nova chave. O exemplo da visão geral começa com cinco pontos de acesso e aplica uma renovação de três anos para dois. O tempo restante é mantido. Se os cinco pontos de acesso continuarem em uso, três ficam acima do limite.

A compra pode combinar um prazo longo com cobertura insuficiente para o parque que continua ligado. Se a intenção é reduzir a rede a dois aparelhos, o cronograma de retirada dos outros três precisa acompanhar a chave menor. A palavra renovação, sozinha, não garante a conservação da quantidade anterior.

Para o Co-Term, a Meraki prevê trinta dias de tolerância em caso de expiração ou excesso de equipamentos. A documentação descreve o desligamento da organização caso a situação não seja corrigida, incluindo perda de gerenciamento e de passagem de tráfego nos casos apresentados. Um excesso de quantidade pode ser resolvido retirando aparelhos das redes ou acrescentando licenças. Uma cobertura vencida exige novo prazo para o parque ativo.

A FAQ geral de licenciamento oferece Co-Term e Subscription e reserva o antigo PDL aos usuários existentes. Uma organização opera sob um único modelo. Saber qual está em uso vem antes de aplicar uma regra de calendário.

Faltam os dados de uma organização real para prever sua nova data: prazo restante, limites por tipo, pesos correspondentes, quantidades e durações da chave, além da operação pretendida. Esses dados mudariam o resultado. A conta histórica já estabelece o que deve entrar na aprovação: a nova cobertura e o vencimento que todos compartilharão depois dela.