Resumo

  • A conferência independente da APNIC no sul da Ásia, em 2029, será a primeira sob o processo atualizado. Uma proposta precisa passar por três grupos de requisitos antes da comparação.
  • A avaliação posterior dá mais peso a acesso e espaço do que à categoria comunidade; o Conselho Executivo escolhe anfitrião e reserva.

Uma proposta para sediar a APNIC pode ser eliminada antes de receber qualquer nota. A edição independente de 2029 no sul da Ásia será a primeira pelo processo novo, que separa a prova de capacidade da disputa por pontos. Uma cidade interessante não basta se a equipe local não puder demonstrar como a conferência funcionará.

O guia exige três coisas na entrada: localização e acesso; adequação do espaço; e um plano executável de apoio do anfitrião e da comunidade. A Smartraveller não pode classificar o destino como “reconsiderar a necessidade de viajar” ou “não viajar”. O percurso deve ter no máximo duas conexões aéreas desde um hub internacional, e vistos precisam estar disponíveis para a maioria das nacionalidades da Ásia-Pacífico. O espaço deve cumprir mínimos de capacidade, layout, acessibilidade, hospedagem, conectividade e infraestrutura.

Depois do filtro, a Secretaria compara as propostas: localização e acesso 25%, espaço 25%, capacidade técnica 20%, alinhamento estratégico 15%, comunidade 10% e qualidade da proposta 5% quando aplicável. A sede deve receber cerca de 400–500 delegados, oferecer conexão simétrica de 1 Gbps com IPv4/IPv6 nativos e contar com dois provedores distintos, ambos com trânsito IPv6. A candidatura precisa mostrar que consegue entregar a rede e o evento.

A Secretaria avalia os pedidos elegíveis e recomenda um anfitrião preferencial e outro reserva. O Conselho Executivo da APNIC decide; a ata registra a escolha e o acordo de anfitrião vem antes do anúncio público. O guia não distribui pontos entre os subcritérios. Uma planilha publicada mostraria como as categorias viram a ordem final.

Fontes