• As forças armadas suecas trabalham com a Telia e a Ericsson para fortalecer a comunicação de defesa e as capacidades cibernéticas.
  • O acordo apoia a preparação nacional por meio de soluções digitais móveis avançadas e seguras.

O que aconteceu: Suécia fecha parceria de telecom para modernizar sua defesa

As forças armadas suecas firmam um novo acordo com a operadora de telecomunicaçõesTeliae o fabricante de equipamentosEricsson. O objetivo é melhorar a comunicação militar. O plano anunciado em 17 de junho inclui redes móveis seguras. Ele também inclui um fortalecimento da defesa cibernética e adiciona novos sistemas de comando baseados em 5G.

A CEO da Telia, Allison Kirkby, afirmou que este acordo resulta de um longo relacionamento com os militares. Ele contribui para manter as redes robustas tanto em tempos calmos quanto em tempos tensos. O comandante supremo das forças armadas suecas, Michael Claesson, enfatizou que a força digital e a comunicação clara são elementos-chave do plano de defesa sueco. A Ericsson fornecerá suporte técnico. A Telia gerenciará os serviços e construirá os sistemas.

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Por que isso é importante

Este acordo destaca uma mudança significativa na forma como os países nórdicos configuram suas redes de telecomunicações para atender a novas exigências de segurança. As tensões geopolíticas na Europa estão aumentando. A Suécia, agora membro da OTAN, busca fortalecer sua defesa. Sistemas digitais capazes permitem que atores civis e militares reajam rapidamente.

O papel da Ericsson é crucial. A empresa é líder global em 5G. Ela já contribui para garantir a comunicação em outros projetos militares, incluindo alguns relacionados à OTAN. Essa colaboração com o exército sueco pode servir de modelo para outros países europeus que desejam usar redes de telecomunicações para sua segurança nacional.

Detalhes financeiros não foram divulgados. O projeto faz parte do objetivo do governo de fundir ferramentas digitais civis e militares. Ele mostra como empresas privadas de telecomunicações agora estão no centro dos planos de defesa. Os riscos cibernéticos e a desinformação estão aumentando constantemente. A comunicação segura tornou-se uma necessidade fundamental. A abordagem sueca mostra que cada vez mais equipes utilizam competências públicas e privadas em sistemas críticos.