Resumo

  • ASPA assina a lista de provedores upstream autorizados e acrescenta evidência de caminho ao RPKI.
  • Publicação, validação, classificação e rejeição são estados separados.
  • Na implantação parcial, Unknown representa ausência de evidência suficiente e não deve virar Valid por conveniência.

O objeto chegou; a proteção ainda não

O painel RPKI mostra o novo ASPA correto. O mesmo caminho de cliente deliberadamente inválido é então anunciado ao edge de produção e continua instalado porque a política de importação de produção não consome o resultado ASPA do validador. O objeto cumpriu sua função declaratória; o teste isola a ausência de ação dessa política.

A APNIC descreve ASPA como lista assinada de upstreams autorizados criada pelo titular do ASN. Uma ROA autoriza a origem de um prefixo, não a coerência do AS_PATH. O trabalho IETF diferencia rotas recebidas de clientes, peers, provedores, clientes de route server e siblings porque a decisão depende do contexto.

Cobertura parcial produz Unknown. A orientação operacional da RIPE aceita esse estado para não transformar falta de atestação em indisponibilidade. Invalid requer contradição. Chamar toda rota aceita de validada esconde a incerteza.

ASPA não impede todo leak iniciado pelo AS local; o rascunho IETF recomenda OTC como complemento. A classificação também não prova entrega de pacotes, capacidade ou relação comercial.