- A computação em nuvem teria sido inventada por JCR Licklider na década de 1960 durante seus trabalhos na ARPANET para conectar pessoas e dados em qualquer lugar e a qualquer momento.
- A fase da computação em nuvem ao longo do século XXI com muitos gigantes da tecnologia como Amazon, Microsoft, Google e outros lançando serviços de computação em nuvem.
- Com o aumento da segurança dos dados e do armazenamento de informações críticas, a nuvem tomou seu lugar para atender às necessidades das empresas.
- A computação em nuvem oferece aos departamentos de TI uma alternativa para aumentar a flexibilidade e reduzir custos, atendendo às demandas do mercado ao melhorar a utilização de recursos e oferecendo benefícios significativos para clientes de todos os tamanhos.
A computação em nuvem, como conceito, teria sido inventada por JCR Licklider. Suas origens remontam às décadas de 1950 e 1960, quando os mainframes estavam em desenvolvimento.
A ideia de compartilhar recursos computacionais remotamente pode ser considerada uma forma inicial de computação em nuvem.
Quem é JCR Licklider
Joseph Carl Robnett Licklider, abreviado como JCR ou Lick, foi um psicólogo e cientista da computação americano considerado uma das figuras mais marcantes no desenvolvimento da computação e na história da computação em geral.
Como pioneiro da Internet, ele teve uma visão da rede mundial de computadores muito antes de sua construção.
Ele realizou grande parte disso financiando pesquisas que levaram a avanços significativos na tecnologia da computação, incluindo a interface gráfica canônica de hoje e a ARPANET (Advanced Research Projects Agency Network), que é a precursora direta da Internet.
Durante seus trabalhos de pesquisa na rede ARPANET, uma tentativa de conectar pessoas e dados em todo o mundo, ele introduziu a tecnologia de computação em nuvem que é bem conhecida hoje.
Licklider nasceu em 11 de março de 1915 em Saint-Louis, Missouri, Estados Unidos, e se formou na Washington University em 1937 com bacharelado em física, matemática e psicologia.
Mais tarde, em 1938, Licklider obteve um mestrado em psicologia e um doutorado pela Universidade de Rochester em 1942.
Seu interesse por tecnologias da informação e seus anos de serviço e realizações em várias áreas levaram à sua nomeação naquele ano como chefe do IPTO na ARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Departamento de Defesa dos EUA) em 1962. Seu objetivo levou à ARPANET, um precursor da Internet de hoje.

A fase da computação em nuvem no século XXI
Em meados dos anos 2000, a Amazon criou a AWS (Amazon Web Services) e lançou o Elastic Compute Cloud (EC2).
Em 2008, o Google também lançou uma versão beta de seu mecanismo de busca. A Microsoft anunciou o lançamento de um serviço de computação em nuvem chamado Microsoft Azure para testar, implantar e gerenciar aplicativos e serviços em 2008.
Em 2012, o Google Compute Engine foi publicado, mas foi disponibilizado ao público no final de dezembro de 2013.
A Oracle introduziu o Oracle Cloud, que oferece três principais serviços para empresas (IaaS, PaaS e SaaS). Atualmente, para registro, Linux e Microsoft Azure dividem a maior parte do trabalho paralelo.
Os consumidores adotaram inicialmente a nuvem por meio de serviços como Dropbox, Google Drive, iCloud e outras ofertas de armazenamento de arquivos que substituíram o e-mail e os pen drives para compartilhamento de arquivos e discos rígidos locais para backups.
Esses mesmos casos de uso atraíram empresas para ofertas de backup SaaS empacotadas e serviços de armazenamento IaaS de baixo custo, como S3 e Azure Storage, para arquivamento fora do local.
À medida que a virtualização substitui o centro de dados empresarial, as organizações complementam esses serviços de armazenamento com instâncias de computação.
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A evolução da computação em nuvem
A convergência de empresas preocupadas com custos se recuperando da crise financeira de 2008 e a rápida evolução da tecnologia em nuvem levaram muitas organizações a considerar os serviços em nuvem como um substituto para uma infraestrutura privada cara.
A acessibilidade sob demanda dos serviços em nuvem estimulou uma adoção na base dentro das grandes empresas.
Isso permitiu que as equipes lançassem configurações em nuvem usando orçamentos departamentais, contornando os longos procedimentos de aprovação de despesas de capital para novos equipamentos, ou gerenciando os requisitos complexos de implantação e manutenção associados aos centros de dados locais.

Vantagens da computação em nuvem
A computação em nuvem ganhou grande popularidade nos últimos anos.
Com o aumento da segurança dos dados e do armazenamento de informações importantes, a nuvem tomou seu lugar para atender às necessidades das empresas. A nuvem funciona no mesmo princípio que os serviços de e-mail web para armazenar dados em massa e acessá-los de qualquer lugar do mundo.
Aqui estão algumas vantagens da computação em nuvem nas empresas:
Escalabilidade: a computação em nuvem permite que os usuários aumentem ou diminuam os recursos computacionais conforme a demanda. Essa flexibilidade garante que as organizações possam se adaptar facilmente às flutuações na carga de trabalho sem superprovisionar ou subutilizar recursos.
Custo-benefício: a computação em nuvem opera em um modelo de pagamento conforme o uso, onde os usuários pagam apenas pelos recursos que consomem. Isso elimina a necessidade de grandes investimentos iniciais em hardware e infraestrutura, tornando-se econômico para empresas de todos os tamanhos.
Acessibilidade e flexibilidade: os serviços em nuvem são acessíveis de qualquer lugar com conexão à Internet, permitindo trabalho remoto e colaboração. Os usuários podem acessar aplicativos e dados de vários dispositivos, promovendo flexibilidade e produtividade.
Confiabilidade e redundância: os provedores de nuvem oferecem infraestrutura robusta com mecanismos integrados de redundância e failover. Isso garante alta disponibilidade e confiabilidade dos serviços, minimizando tempo de inatividade e perda de dados.
Segurança: os provedores de nuvem investem pesadamente em medidas de segurança cibernética para proteger dados e infraestrutura contra acesso não autorizado, violações de dados e outras ameaças de segurança. Eles usam tecnologias avançadas de criptografia, gerenciamento de identidades e acessos e detecção de ameaças para proteger informações sensíveis.
Inovação e agilidade: a computação em nuvem permite inovação rápida ao dar acesso a uma ampla gama de tecnologias e serviços avançados, como inteligência artificial, aprendizado de máquina, análise de big data e Internet das Coisas (IoT). As organizações podem experimentar novas ideias e implantar aplicativos mais rapidamente, dando-lhes vantagem competitiva no mercado.
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O futuro da computação em nuvem
O futuro da computação em nuvem parece dinâmico e transformador, impulsionado por várias tendências e avanços chave:
Ambientes híbridos e multi-nuvem: as organizações estão cada vez mais adotando estratégias híbridas e multi-nuvem para aproveitar os pontos fortes de diferentes provedores de nuvem e infraestrutura local. Essa abordagem oferece flexibilidade, resiliência e otimização de custos.
Computação de borda (Edge computing): com a expansão contínua da Internet das Coisas (IoT) e das redes 5G, há uma necessidade crescente de recursos computacionais mais próximos da fonte de dados. A computação de borda aproxima o poder de processamento e o armazenamento do local onde os dados são gerados, permitindo análises em tempo real e reduzindo a latência.
Computação sem servidor (Serverless computing): a computação sem servidor abstrai o gerenciamento da infraestrutura, permitindo que os desenvolvedores se concentrem apenas na escrita de código. Esse modelo está ganhando espaço por sua escalabilidade, custo-benefício e facilidade de implantação.
Inteligência artificial e aprendizado de máquina: os provedores de nuvem estão integrando capacidades de IA e aprendizado de máquina em seus serviços, permitindo que as empresas extraiam insights valiosos de seus dados, automatizem processos e melhorem a tomada de decisões.
Segurança e conformidade: com a crescente importância da privacidade de dados e conformidade regulatória, os provedores de nuvem estão continuamente melhorando suas medidas de segurança e oferecendo soluções de conformidade especializadas para atender aos requisitos específicos do setor.
Computação quântica: embora ainda em seus estágios iniciais, a computação quântica tem o potencial de revolucionar vários setores ao resolver problemas complexos atualmente insolúveis para computadores clássicos. Os provedores de nuvem estão explorando maneiras de oferecer computação quântica como serviço.
Computação verde e sustentabilidade: diante das crescentes preocupações com a sustentabilidade ambiental, os provedores de nuvem estão investindo em fontes de energia renováveis e implementando designs de centros de dados energeticamente eficientes para minimizar sua pegada de carbono.
Desde a invenção da computação em nuvem por JCR Licklider até seu desenvolvimento futuro, ela continuará sendo moldada pela inovação, flexibilidade, escalabilidade e foco em atender às necessidades evolutivas das empresas e consumidores em um mundo cada vez mais digital.

