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Quem inventou a computação em nuvem?

Acredita-se que a computação em nuvem, como conceito, tenha sido inventada por JCR Licklider. Suas origens remontam às décadas de 1950 e 1960, quando os computadores mainframe estavam sendo desenvolvidos. A ideia de compartilhar recursos computacionais remotamente pode ser considerada uma forma inicial de computação em nuvem. Quem é JCR Li…

Quem inventou a computação em nuvem?
CategoriaTendências globais de serviços em nuvem

Quem inventou a computação em nuvem? é rastreado como uma instituição de infraestrutura da Internet dentro do ecossistema de infraestrutura da Internet.

Foco no SinalGovernança
Tipo de conteúdoEvento
Domínio PrimárioMercado
TópicoGovernança
ImpactoMédio
ConfiançaConfiança limitada (80%)

Várias fontes públicas

Quem inventou a computação em nuvem? é perfilado pela BTW Media porque evidências publicadas o vinculam à infraestrutura da Internet, governança, dependências operacionais ou visibilidade de mercado.

  • Acredita-se que a computação em nuvem foi inventada por JCR Licklider na década de 1960 durante seu trabalho na ARPANET para conectar pessoas e dados em qualquer lugar, a qualquer momento.
  • A fase da computação em nuvem ao longo do século 21, com muitos gigantes da tecnologia como Amazon, Microsoft, Google e outros lançando serviços de computação em nuvem.
  • Com o aumento da segurança de dados e armazenamento de informações críticas, a nuvem assumiu seu lugar no atendimento às necessidades de negócios.
  • A computação em nuvem oferece aos departamentos de TI uma alternativa para aumentar a flexibilidade e reduzir custos, atendendo às demandas do mercado ao melhorar a utilização de recursos e proporcionar benefícios significativos a clientes de todos os tamanhos.

A computação em nuvem, como conceito, acredita-se ter sido inventada por JCR Licklider. Suas origens remontam às décadas de 1950 e 1960, quando os computadores mainframe estavam sendo desenvolvidos.

A ideia de compartilhar recursos computacionais remotamente pode ser considerada uma forma inicial de computação em nuvem.

Quem é JCR Licklider

Joseph Carl Robnett Licklider, abreviado como JCR ou Lick, foi um psicólogo e cientista da computação americano considerado uma das figuras mais proeminentes no desenvolvimento da ciência da computação e na história da computação de uso geral.

Como pioneiro da Internet, ele teve uma visão da rede global de computadores muito antes de ela ser construída.

Ele fez muito disso financiando pesquisas que levaram a grandes avanços na tecnologia de computação, incluindo a interface gráfica do usuário canônica de hoje e a ARPANET (Rede da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada), que é a predecessora direta da Internet.

Durante seu trabalho de pesquisa de rede na ARPANET, uma tentativa de conectar pessoas e dados ao redor do mundo, ele introduziu a tecnologia de computação em nuvem que é bem conhecida hoje.

Licklider nasceu em 11 de março de 1915, em St. Louis, Missouri, EUA, e se formou na Washington University em 1937 com bacharelado em Física, Matemática e Psicologia.

Mais tarde, em 1938, Licklider concluiu o mestrado em psicologia e obteve o Ph.D. pela University of Rochester em 1942.

Seu interesse pela tecnologia da informação e seus anos de serviço e realizações em diversos campos levaram à sua nomeação naquele ano como chefe do IPTO na ARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Departamento de Defesa dos EUA) em 1962. Seu objetivo levou à ARPANET, precursora da Internet de hoje.

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Joseph Carl Robnett Licklider trabalhando

A fase da computação em nuvem ao longo do século 21

Em meados dos anos 2000, a Amazon criou a AWS (Amazon Web Services) e lançou o Elastic Compute Cloud (EC2).

Em 2008, o Google também lançou uma versão beta de seu mecanismo de busca. A Microsoft anunciou o lançamento de um serviço de computação em nuvem chamado Microsoft Azure para testar, implantar e gerenciar aplicativos e serviços em 2008.

Em 2012, o Google Compute Engine foi lançado, mas foi disponibilizado ao público no final de dezembro de 2013.

A Oracle introduziu a Oracle Cloud, que oferece três principais serviços de negócios (IaaS, PaaS e SaaS). Atualmente, para constar, Linux e Microsoft Azure compartilham a maior parte do trabalho paralelo.

Os consumidores adotaram a nuvem pela primeira vez por meio de serviços como Dropbox, Google Drive, iCloud e outras ofertas de armazenamento de arquivos que substituíram e-mails e pen drives USB para compartilhamento de arquivos e discos rígidos locais para backups.

Esses mesmos casos de uso atraíram empresas para ofertas de backup SaaS em pacote e serviços de armazenamento IaaS de baixo custo, como S3 e Azure Storage, para arquivamento externo.

À medida que a virtualização substitui o data center corporativo, as organizações estão complementando esses serviços de armazenamento com instâncias de computação.

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A evolução da computação em nuvem

A convergência de empresas preocupadas com custos se recuperando da crise financeira de 2008 e a rápida evolução da tecnologia em nuvem levou várias organizações a considerar os serviços em nuvem como um substituto para infraestrutura privada cara.

A acessibilidade sob demanda dos serviços em nuvem estimulou a adoção em nível de base dentro de grandes empresas.

Isso facilitou que as equipes iniciassem configurações de nuvem usando orçamentos departamentais, contornando os longos procedimentos de aprovação de capital para novos hardwares ou gerenciando os complexos requisitos de implantação e manutenção associados aos data centers locais.

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Vantagens da computação em nuvem

A computação em nuvem ganhou grande popularidade nos últimos anos.

Com o aumento da segurança de dados e armazenamento de informações importantes, a nuvem assumiu seu lugar no atendimento às necessidades de negócios. A nuvem funciona com o mesmo princípio dos serviços de e-mail baseados na web para armazenar dados em massa e acessá-los de qualquer lugar do mundo.

Abaixo estão listadas algumas vantagens da computação em nuvem nos negócios.

Escalabilidade: A computação em nuvem permite que os usuários dimensionem recursos de computação para cima ou para baixo com base na demanda. Essa flexibilidade garante que as organizações possam acomodar facilmente flutuações na carga de trabalho sem provisionamento excessivo ou subutilização de recursos.

Eficiência de custos: A computação em nuvem opera em um modelo de pagamento conforme o uso, onde os usuários pagam apenas pelos recursos que consomem. Isso elimina a necessidade de grandes investimentos iniciais em hardware e infraestrutura, tornando-a econômica para empresas de todos os tamanhos.

Acessibilidade e flexibilidade: Os serviços em nuvem podem ser acessados de qualquer lugar com uma conexão à Internet, permitindo trabalho remoto e colaboração. Os usuários podem acessar aplicativos e dados de vários dispositivos, promovendo flexibilidade e produtividade.

Confiabilidade e redundância: Os provedores de nuvem oferecem infraestrutura robusta com redundância e mecanismos de failover integrados. Isso garante alta disponibilidade e confiabilidade dos serviços, minimizando o tempo de inatividade e a perda de dados.

Segurança: Os provedores de nuvem investem pesado em medidas de segurança cibernética para proteger dados e infraestrutura contra acesso não autorizado, violações de dados e outras ameaças à segurança. Eles empregam tecnologias avançadas de criptografia, gerenciamento de identidade e acesso, e detecção de ameaças para proteger informações confidenciais.

Inovação e agilidade: A computação em nuvem permite inovação rápida ao fornecer acesso a uma ampla gama de tecnologias e serviços avançados, como inteligência artificial, aprendizado de máquina, análise de big data e internet das coisas (IoT). As organizações podem experimentar novas ideias e implantar aplicativos mais rapidamente, obtendo uma vantagem competitiva no mercado.

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O futuro da computação em nuvem

O futuro da computação em nuvem promete ser dinâmico e transformador, impulsionado por várias tendências e avanços importantes:

Ambientes híbridos e multi-nuvem: As organizações estão adotando cada vez mais estratégias híbridas e multi-nuvem para aproveitar os pontos fortes de diferentes provedores de nuvem e infraestrutura local. Essa abordagem oferece flexibilidade, resiliência e otimização de custos.

Computação de borda: À medida que a internet das coisas (IoT) e as redes 5G continuam a se expandir, há uma necessidade crescente de recursos de computação mais próximos da fonte de dados. A computação de borda traz capacidade de processamento e armazenamento para mais perto de onde os dados são gerados, permitindo análises em tempo real e reduzindo a latência.

Computação sem servidor: A computação sem servidor abstrai o gerenciamento de infraestrutura, permitindo que os desenvolvedores se concentrem apenas em escrever código. Esse modelo está ganhando força por sua escalabilidade, eficiência de custos e facilidade de implantação.

Inteligência artificial e aprendizado de máquina: Os provedores de nuvem estão integrando recursos de IA e aprendizado de máquina em seus serviços, permitindo que as empresas extraiam insights valiosos de seus dados, automatizem processos e melhorem a tomada de decisões.

Segurança e conformidade: Com a crescente importância da privacidade de dados e conformidade regulatória, os provedores de nuvem estão continuamente aprimorando suas medidas de segurança e oferecendo soluções de conformidade especializadas para atender aos requisitos específicos do setor.

Computação quântica: Embora ainda em estágios iniciais, a computação quântica tem o potencial de revolucionar vários setores, resolvendo problemas complexos que atualmente são intratáveis para computadores clássicos. Os provedores de nuvem estão explorando maneiras de oferecer computação quântica como serviço.

Computação verde e sustentabilidade: Com preocupações crescentes sobre a sustentabilidade ambiental, os provedores de nuvem estão investindo em fontes de energia renovável e implementando projetos de data center com eficiência energética para minimizar sua pegada de carbono.

Desde a invenção da computação em nuvem por JCR Licklider até seu desenvolvimento futuro, ela continuará a ser moldada pela inovação, flexibilidade, escalabilidade e foco em atender às necessidades em evolução de empresas e consumidores em um mundo cada vez mais digital.

Briefing de Sinal

  • Sinal: Quem inventou a computação em nuvem?
  • Região: Global
  • Classe de Mercado: Tendências globais de serviços em nuvem

Presença Operacional

  • Computação em nuvem
  • Infraestrutura da Internet
  • História da tecnologia

Contexto de Mercado

  • Relevância operacional: Médio
  • Horizonte temporal: Próximo trimestre

O que assistir

  • Desenvolvimento de mainframes
  • Protocolos de rede
  • Inovação em data centers

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