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Briefing de sinais / Tendências Institucionais Globais

Oracle resolve processo de US$ 115 milhões por violação de privacidade e promete limitar coleta de dados

NOSSA OPINIÃO: Oracle paga US$ 115 milhões por suposta violação de privacidade? É um preço alto por coletar e vender nossas migalhas digitais sem autorização. É como se montassem um dossiê detalhado sobre nossas vidas, desde o que comemos até nossos hábitos de compra. E venderam isso para profissionais de marketing?

Oracle resolve processo de US$ 115 milhões por violação de privacidade e promete limitar coleta de dados

Oracle resolve processo de US$ 115 milhões por privacidade, promete limitar coleta de dados é um registro público com base em evidências de artigos, contexto de objeto, links de eventos e contexto de relacionamento.

A Oracle Corporation concordou em pagar US$ 115 milhões para resolver um processo acusando o gigante de bancos de dados e computação em nuvem de violação de privacidade dos consumidores. Com a rápida expansão da tecnologia digital e do marketing orientado por dados, as preocupações com a privacidade e o uso indevido de informações pessoais tornaram-se cada vez mais importantes. NOSSA OPINIÃO: Oracle paga US$ 115 milhões por suposta violação de privacidade? É um preço alto por coletar e vender nossas migalhas digitais sem autorização. É como se montassem um dossiê detalhado sobre nossas vidas, desde o que comemos até nossos hábitos de compra.

E venderam isso para profissionais de marketing? É um lembrete de que mesmo os maiores gigantes da tecnologia podem ultrapassar os limites. Esperamos que este acordo envie a mensagem de que a privacidade do consumidor não está à venda. Não se trata apenas de dinheiro; trata-se de confiança. Empresas como o escândalo Cambridge Analytica do Facebook nos mostraram os perigos da coleta descontrolada de dados. A decisão da Oracle de limitar a coleta futura de dados é um começo, mas a luta pela privacidade continua.

–Miurio huang, jornalista da BTW O que aconteceu A Oracle Corporation concordou em pagar US$ 115 milhões para resolver um processo acusando o gigante de bancos de dados e computação em nuvem de violação de privacidade dos consumidores. O processo, protocolado como uma ação coletiva proposta em um tribunal federal de São Francisco, alegava que a Oracle coletava e vendia informações pessoais sem autorização. Os autores alegavam que a Oracle violou leis federais e estaduais de privacidade, bem como a constituição da Califórnia, ao criar "dossiês digitais" não autorizados sobre centenas de milhões de indivíduos.

O acordo preliminar, protocolado na quinta-feira à noite, ainda precisa ser aprovado por um juiz. A Oracle negou qualquer irregularidade. De acordo com o processo, esses dossiês digitais incluíam informações confidenciais como histórico de navegação online, detalhes bancários, compras de gasolina, hábitos alimentares, comportamentos de compra e uso de cartões de crédito. Os autores afirmavam que a Oracle vendia essas informações a profissionais de marketing, diretamente ou por meio de produtos como o ID Graph.

Este produto é apresentado pela Oracle como uma ferramenta que ajuda profissionais de marketing a criar experiências personalizadas para cada consumidor. O acordo abrange pessoas cujas informações pessoais foram coletadas ou vendidas pela Oracle desde 19 de agosto de 2018. Como parte do acordo, a Oracle se comprometeu a interromper a coleta de informações geradas por usuários a partir de URLs de sites visitados anteriormente e de texto digitado em formulários online, exceto em seus próprios sites.

Este acordo marca um momento importante no debate em andamento sobre privacidade do consumidor e práticas de coleta de dados por grandes empresas de tecnologia. Os autores designados neste caso incluem o ativista de privacidade Michael Katz-Lacabe e Jennifer Golbeck, professora da Universidade de Maryland especializada em mídias sociais e privacidade. O escritório de advocacia Lieff Cabraser Heimann & Bernstein, representando os autores, pode solicitar até US$ 28,75 milhões do valor do acordo para custas judiciais.

Leia também: xAI de Elon Musk encerra discussões sobre acordo de US$ 10 bilhões com a Oracle Leia também: xAI de Musk e Oracle encerram discussões sobre contrato de servidores de US$ 10 bilhões Por que isso é importante Este acordo constitui um desenvolvimento crucial na batalha em andamento pelos direitos de privacidade do consumidor e proteção de dados. Com a rápida expansão da tecnologia digital e do marketing orientado por dados, as preocupações com a privacidade e o uso indevido de informações pessoais tornaram-se cada vez mais importantes.

Este caso contra a Oracle destaca o potencial das grandes empresas de tecnologia de explorar dados de usuários sem consentimento, levantando importantes questões éticas e legais. O acordo de US$ 115 milhões representa uma penalidade substancial e um alerta para outras empresas que se envolvem em práticas semelhantes. Ele ressalta a importância de cumprir as leis de privacidade e as consequências potenciais em caso de não conformidade. Ao concordar em modificar suas práticas de coleta de dados, a Oracle dá um passo em direção a uma gestão de dados mais responsável, criando um precedente para a indústria.

O envolvimento de figuras como Michael Katz-Lacabe e Jennifer Golbeck atrai mais atenção para a questão da privacidade de dados. Sua participação destaca a importância de proteger informações pessoais em uma época em que violações de dados e vendas não autorizadas de dados são cada vez mais comuns. As custas judiciais, podendo chegar a US$ 28,75 milhões, também evidenciam os custos significativos associados à defesa contra ações judiciais relacionadas à privacidade. Este acordo pode incentivar outras empresas de tecnologia a examinar e melhorar proativamente suas práticas de privacidade de dados para evitar desafios legais semelhantes.

O acordo da Oracle é um momento crucial no discurso em andamento sobre privacidade do consumidor. Demonstra a capacidade do sistema jurídico de responsabilizar empresas por coleta e venda não autorizadas de dados, ao mesmo tempo que estimula uma reavaliação das práticas de privacidade na indústria de tecnologia. Este caso serve como um lembrete de que, à medida que a tecnologia evolui, também devem evoluir as medidas para proteger a privacidade e as informações pessoais dos indivíduos.

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