Resumo

  • O GAL 13 é um marcador de exceção, não um rótulo de encaminhamento comum. Nas regras MPLS-TP descritas, ele fica na base da pilha e é seguido pelo ACH; não aparece em pacotes normais do plano de usuário, não se repete e nunca deve ser usado pelo receptor para encaminhar o pacote a outro nó.
  • O ACH começa com o nibble binário 0001, traz uma versão e um Channel Type de 16 bits. Especificações revisadas pelo IETF e o registro da IANA dão significado interoperável aos tipos; estar registrado não prova que determinado receptor o habilitou nem que o operador autorizou seu uso pelo remetente.
  • O G-ACh não pode transportar tráfego de usuário. Ele oferece um envelope comum de manutenção para pseudowires, LSPs, segmentos concatenados e seções, mas não define a segurança, a máquina de estados ou a política operacional de cada função de OAM, sinalização ou gerenciamento.

Depois que os rótulos MPLS ou de pseudowire são removidos, o receptor deve descartar o pacote associado quando não consegue processar o Channel Type indicado, quando não sinalizou suporte por um meio fora do escopo da RFC 5586, quando encontra um tipo experimental desabilitado localmente, quando o primeiro nibble do ACH depois do GAL não é 0001, ou quando não reconhece a versão do ACH. O GAL não negocia capacidade. No exemplo de LSP da RFC 5586, somente os dois roteadores de borda dos rótulos podem iniciar novos pacotes G-ACh; nós no caminho podem processá-los e responder, mas isso não equivale a autoridade geral de encaminhamento.

A RFC 7026 removeu os TLVs do ACH. Formatos e comprimentos variáveis eram difíceis de processar em hardware, e nenhum Channel Type atribuído os utilizava; por isso, uma mensagem G-ACh não deve ser precedida por um ACH TLV. A RFC 7214 consolidou os registros G-ACh antes distribuídos em um local comum da IANA e renomeou o registro de Channel Type para explicitar seu caráter genérico, sem alterar as atribuições. O registro atual usa IETF Review, inclui usos de manutenção, medição, sinalização e gerenciamento e mantém uma faixa experimental dedicada.

GAL e ACH não são autenticação nem autorização. Não autenticam o remetente, não negociam capacidade, não autorizam uma ação de gerenciamento, não estabelecem um LSP e não concedem poder de encaminhamento. Os requisitos de segurança pertencem à especificação de cada Channel Type e à política do operador. Permanecem custos de processamento especial, segurança específica da aplicação e congestionamento. As fontes não quantificam cobertura por fabricante, volume de produção, habilitação ou frequência atual de descartes; portanto, esses fatos não podem ser inferidos do registro.

Fontes