• A APNIC participou da Conferência Mundial da Internet de 2024 em Wuzhen, China, de 19 a 22 de novembro de 2024, focando em vários tópicos importantes relacionados ao futuro digital.
  • Pablo Hinojosa apresentou sobre resiliência da internet e participou de discussões sobre medidas de proteção para a estabilidade global da internet.

O que aconteceu: APNIC participa da Conferência de Internet de 2024

APNICparticipou da Cúpula de Wuzhen da Conferência Mundial da Internet (WIC) de 2024, que ocorreu de 19 a 22 de novembro de 2024 em Wuzhen, China. A conferência contou com uma cerimônia de abertura, um fórum principal e 24 fóruns especializados que exploraram vários tópicos, incluindo desenvolvimento de ecossistema de código aberto, governança de dados e inovação e governança de IA. O tema central foi 'Abraçando um Futuro Digital Centrado nas Pessoas e com IA para o Bem – Construindo uma Comunidade com um Futuro Compartilhado no Ciberespaço'. Durante o evento,Pablo Hinojosaapresentou no Fórum da Próxima Geração da Internet, onde enfatizou que a resiliência da internet é tanto um desafio humano quanto técnico. Ele também participou do Fórum de Normas Internacionais no Ciberespaço, apresentando uma palestra sobre medidas protetivas positivas para o núcleo público, destacando sua importância para promover a estabilidade e a confiança globais na internet.

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Por que é importante

A participação da APNIC na Conferência Mundial da Internet de 2024 é significativa, pois destaca o diálogo contínuo sobre governança e resiliência da internet em um mundo cada vez mais digital. Com o tema central de promover um futuro digital centrado nas pessoas e com IA para o bem, este evento ressalta a necessidade urgente de abordagens colaborativas para enfrentar desafios relacionados à privacidade de dados, segurança cibernética e uso ético da inteligência artificial.

A ênfase de Pablo Hinojosa na resiliência da internet como um desafio humano reflete uma tendência mais ampla do setor, onde as partes interessadas reconhecem que a tecnologia sozinha não pode resolver problemas complexos. Pequenas empresas e startups muitas vezes não têm recursos para implementar medidas robustas de segurança cibernética, tornando-se vulneráveis a ataques que podem ter implicações de grande alcance. Ao focar em soluções orientadas pela comunidade, os líderes do setor podem capacitar essas entidades menores, promovendo inovação e resiliência.

As discussões sobre medidas de proteção para o núcleo público ressoam com as tendências recentes na política global da internet, que defendem maior transparência e confiança. Essa abordagem é crucial, pois impacta a todos, desde usuários individuais até grandes corporações, garantindo um ambiente digital mais seguro e equitativo. No geral, esse espírito colaborativo é essencial para moldar um futuro sustentável e inclusivo para a internet.