Summary

  • A orientação de 22 de outubro da APNIC inclui no ASPA do cliente provedores que oferecem trânsito só como reserva, em certos locais ou para parte das rotas.
  • O MyAPNIC sugere provedores a partir do BGP observado e examina mudanças propostas. Contratos de contingência também precisam entrar na revisão feita pelo operador.

Há um fornecedor de trânsito que aparece pouco nas estatísticas e muito nos planos de emergência. A nova explicação da APNIC sobre ASPA colocou esse ator na lista: o ASN do provedor reserva deve constar da autorização assinada pelo cliente. A regra prática também alcança trânsito parcial e serviços prestados apenas em certos locais ou para algumas rotas. A lista reúne as relações que a rede pode acionar, inclusive as que aguardam em silêncio.

O titular do ASN do cliente assina um ASPA para identificar os ASN autorizados a fornecer trânsito. O rascunho do perfil no IETF descreve um objeto por AS cliente com todos os seus provedores. Em um failover, o acordo pouco usado sai da gaveta e passa a integrar o caminho avaliado por outras redes. É uma péssima hora para descobrir que o nome do substituto ficou fora do elenco.

Segundo a APNIC, o MyAPNIC apresenta sugestões baseadas em observações BGP e verifica propostas de alteração diante das rotas existentes. Isso ajuda a conferir o tráfego presente. O plano de contingência, os contratos e as conexões preparadas para uma falha completam a fotografia. O operador precisa comparar esses documentos com a tela antes de confirmar a autorização.

A APNIC alerta que um ASPA mal configurado pode invalidar rotas que envolvam o ASN do cliente quando a validação de caminhos é aplicada. O ajuste pertence à rotina de revisão, com tempo para testar e corrigir. Esperar a pane para procurar o ASN reserva transforma um plano de continuidade em caça ao tesouro com cronômetro.