• Na quinta-feira, Google abriu seu primeiro centro de cibersegurança na Ásia-Pacífico em Tóquio.
  • A gigante de tecnologia deseja promover as últimas pesquisas junto aos setores envolvidos para desenvolver contramedidas contra ciberataques.
  • Google convidará engenheiros de toda a região para estudar as cibercontramedidas nesta base.

NOSSA OPINIÃO
À medida que os países da região se preocupam cada vez mais com as ameaças vindas da Ásia, Google estabeleceu na quinta-feira sua primeira base de cibersegurança na Ásia-Pacífico em Tóquio, de acordo com o relatório da Nikkei Asia.
—Jennifer YU, jornalista BTW

Cooperação com as autoridades locais

O novo centro, localizado nos escritórios do Google em Roppongi, Tóquio, foi projetado para fortalecer as defesas cibernéticas em toda a região Ásia-Pacífico. A empresa planeja compartilhar as informações mais recentes com o governo japonês, empresas, universidades e outros setores envolvidos para promover a pesquisa sobre contramedidas contra ciberataques. Além disso, a nova instalação também servirá como base para o treinamento de especialistas regionais em ciberdefesa.

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Preocupações e medidas

Esta iniciativa ocorre em um contexto de crescentes preocupações com acessos não autorizados a redes governamentais e empresariais por atores hostis em todo o mundo. Google convidará engenheiros da Austrália, Índia, Coreia do Sul, Japão e países do Sudeste Asiático para estudar como combater ciberataques. Além disso, eles declararam que não receberão nenhuma compensação pela pesquisa conjunta.

Perspectivas futuras

Google criou sua primeira filial no exterior no Japão em 2001 e conta com vários pesquisadores em ciberdefesa. Como menciona a Nikkei Asia, Heather Adkins, vice-presidente do Google, que trabalha com ciberdefesa na empresa há mais de 20 anos, acredita que muitos especialistas de institutos de pesquisa japoneses estão prontos para contribuir com esta pesquisa conjunta.