Resumo
- Requisições ao Worker com Workers Cache ativado entram na tarifa padrão, incluindo arquivos estáticos normalmente gratuitos. Um acerto no cache evita executar código e cobrar seu tempo de CPU, mas mantém a requisição na conta.
- O exemplo oficial intensivo em processamento economiza US$ 11,20. Aplicar as regras ao exemplo com maioria de tráfego estático acrescenta US$ 1,50, com todas as franquias mensais disponíveis.
O processador ganha folga. O medidor de requisições ganha freguesia.
O Workers Cache procura uma resposta guardada antes de executar o código. Encontrou, entregou: o Worker pode ficar parado. É uma economia técnica concreta. Ao ativar a função, porém, todas as requisições àquele Worker passam a entrar na cobrança padrão, inclusive as de arquivos estáticos que normalmente são gratuitas.
A documentação da Cloudflare diz que a função não tem preço separado e explicita essa ampliação do conjunto cobrado. As duas coisas cabem na mesma política. Não é preciso criar uma linha de preço quando se pode levar mais tráfego para uma linha que já existe.
O caminho de US$ 5 a US$ 6,50
O Workers Paid Standard tem um mínimo de US$ 5 mensais por conta. Inclui 10 milhões de requisições e 30 milhões de milissegundos de CPU. O excedente custa US$ 0,30 por milhão de requisições e US$ 0,02 por milhão de milissegundos de CPU. A franquia pertence à conta; cada Worker novo não recebe um pacote adicional.
O exemplo 2 da página oficial de preços usa 15 milhões de requisições por mês. Delas, 12 milhões servem arquivos estáticos e três milhões executam código dinâmico, com média de sete milissegundos de CPU. Os arquivos são gratuitos. As requisições dinâmicas e seus 21 milhões de milissegundos cabem nas franquias. O total apresentado é US$ 5.
Agora mantenha o tráfego e ative Workers Cache para todo esse Worker. O cálculo considera uma única conta Standard paga, com as franquias mensais inteiramente disponíveis, sem outro consumo, produto ou ajuste de imposto e desconto. As 15 milhões de requisições entram no conjunto faturável. As cinco milhões acima da franquia custam US$ 1,50.
Mesmo que nenhuma resposta dinâmica acerte o cache, o uso de CPU continua em 21 milhões de milissegundos, abaixo dos 30 milhões incluídos. Seu excedente permanece em zero. Mais acertos podem cortar processamento, mas não reduzir essa parcela abaixo de zero. A soma fica em US$ 6,50.
Esse resultado é uma aplicação própria das regras publicadas aos volumes do exemplo 2, condicionada à configuração descrita. A Cloudflare não apresenta essa soma como uma fatura observada de cliente. A conta revela um mecanismo específico: poupar um recurso já incluído não compensa automaticamente a cobrança de pedidos antes gratuitos.
Quando a CPU já custava dinheiro
Outro exemplo oficial mostra o lado favorável do cache. Cem milhões de requisições mensais, com média de sete milissegundos de CPU cada, custam US$ 5 de base, US$ 27 de requisições e US$ 13,40 de CPU: US$ 45,40.
Com taxa de acerto de 80%, apenas 20 milhões de requisições executam código. A CPU cai para 140 milhões de milissegundos, e sua cobrança excedente, para US$ 2,20. As requisições continuam custando US$ 27. O total passa a US$ 34,20.
A economia é de US$ 11,20, aproximadamente um quarto da fatura. Os 80% de acerto medem respostas entregues sem executar o Worker. A conta também vende entrega de respostas, e a franquia de CPU altera a proporção entre milissegundos poupados e dólares poupados.
Um serviço dinâmico com bastante CPU paga oferece ao cache uma despesa sobre a qual trabalhar. Um serviço majoritariamente estático, cuja computação ainda cabe na franquia, pode encontrar primeiro a ampliação das requisições faturáveis. A mesma chave opera sobre estruturas de custo diferentes.
Qual Worker recebeu a chave
Workers Cache é a função específica que consulta o cache antes da execução. Seu alcance difere do antigo Cache API usado dentro do código e do cache CDN comum de uma zona. A documentação afirma que Cache Rules e Page Rules de zona não configuram essa função.
O conjunto cobrado também inclui chamadas entre Workers que normalmente não acrescentam tarifa de requisição nas vinculações de serviço do Standard. Quando uma aplicação se divide em componentes, escolher o Worker com a função ativada passa a integrar o desenho de custos. A soma precisa de uma cadeia depende do percurso e da configuração reais; contar componentes não basta.
Cache em camadas e agrupamento de requisições simultâneas podem evitar ainda mais execuções repetidas. O número de respostas entregues mantém seu próprio medidor. A plataforma vende essa entrega mesmo quando parte do trabalho computacional desaparece.
Para chegar a uma fatura real faltam a composição do tráfego, o uso de CPU, as franquias consumidas por outras cargas e os termos contratados. Esses números decidem qual efeito vence.
Depois do anúncio de uma taxa de acerto melhor, compras tem uma pergunta a fazer: quais pedidos passaram a custar dinheiro? O processador pode tirar folga. O orçamento ainda precisa bater ponto.
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