Summary

  • A proposta publica fluxos, servidores de autorização e superfícies de chamada em /.well-known/agent-capabilities.
  • Operação fora de todos os fluxos anunciados fica fechada; o servidor de recursos não pode executá-la nem quando uma autorização aprovada ainda a inclui.

Uma autorização antiga diz “sim”. O serviço responde “porta fechada”. O rascunho sobre descoberta de agentes dá a palavra final à lista atual de operações. O domínio do aplicativo publica um arquivo JSON com os fluxos disponíveis, os servidores de autorização e os caminhos de chamada. Se nenhum fluxo inclui uma operação, ela fica fechada. O servidor de recursos deve barrá-la, mesmo quando uma autorização aprovada a menciona. O servidor de autorização também deveria recusar um pedido que a inclua.

Essa lista pode fechar um fluxo de forma legítima. Mas quem consegue trocar o arquivo também consegue mexer na porta. A seção 8.6 descreve o risco: um invasor com acesso de escrita ao conteúdo estático do domínio pode substituir o documento. Os próximos agentes podem ser levados a caminhos de chamada escolhidos por ele ou deixar de ver os fluxos reais. O código do aplicativo continua igual. Por isso, os autores recomendam sujeitar o arquivo ao mesmo controle de mudanças de uma versão do aplicativo. A RFC 8615 já alertava que administradores podem esquecer caminhos .well-known. Aqui, esquecer o caminho significa perder de vista uma fronteira de execução.

O aplicativo nativo pode guardar uma cópia no pacote para descoberta sem rede. A cópia é só um cache. Antes da primeira operação remota de cada sessão, o aplicativo deve consultar a versão servida pelo domínio associado. Se houver diferença, vale a versão do domínio. Uma operação retirada dali não volta a funcionar só porque o pacote antigo ainda a anuncia.

Nome e logotipo não provam a identidade do serviço. O vínculo depende do domínio e da entrega autenticada. Se o serviço também publica metadados OAuth de recurso protegido, as duas listas de servidores de autorização devem coincidir. O registro do IETF classifica o texto como rascunho individual. Para saber se essa porta mudou em um serviço real, faltam o histórico do arquivo e os registros de decisões do servidor.