Resumo

  • O socket une endereço, porta e estado; vazamento e repetição ambígua viram risco operacional.
  • Prazos, limites, idempotência e observação devem vir antes do crescimento.

Sockets são pontos de software para enviar e receber dados. A falha nem sempre é desconexão limpa: o par trava, pacote some ou processo mantém milhares de sessões incompletas. Devem ser definidos tempo de conexão e leitura, concorrência, repetição segura e limpeza após cancelamento. Operação precisa ver estados, erros e saturação. A próxima prova interrompe cada etapa e confirma que recursos voltam ao normal. Um socket é confiável quando o fim recebe tanto projeto quanto a abertura.

Fontes