Resumo
- É preciso saber quem verifica estado, atualiza contratos e lastreia a representação recebida.
- Limites, monitoramento, pausa e recuperação devem ser testados antes de concentrar valor.
Protocolos permitem trocar mensagens ou representar ativos, mas não tornam consensos diferentes iguais. Uma ponte pode depender de poucos validadores, um oráculo, colateral embrulhado ou chaves privilegiadas. É preciso mapear transições de confiança, publicar mudanças, limitar exposição e ensaiar resposta a mensagem comprometida. A próxima prova é um teste de falha ponta a ponta seguindo finalidade, contabilidade e recuperação dos dois lados. A conexão fica mais segura quando cada dependência é visível, não quando é anunciada como sem confiança.


