O processo de investidores contra a Binance reaberto por perdas com criptomoedas é um registro público baseado em evidências de artigos, contexto de objetos, links de eventos e contexto de relacionamento.
Uma corte federal de apelações reabriu um processo no qual investidores acusavam a Binance, a maior plataforma de câmbio de criptomoedas do mundo, de violar as leis americanas de valores mobiliários. Os investidores, insatisfeitos com os investimentos em tokens feitos na Binance em 2017 e que rapidamente perderam valor, alegaram que a plataforma não divulgou os riscos, o que os levou a tentar recuperar suas perdas. A Binance argumentou que o fato de sua plataforma estar localizada fora dos Estados Unidos significa que não está sujeita às leis americanas de valores mobiliários.
NOSSO PARECER Uma corte federal de apelações reabriu o processo contra a Binance sobre perdas com criptomoedas, apoiando as alegações dos investidores de que a plataforma teria violado as leis americanas de valores mobiliários. Este caso não está relacionado às acusações anteriores contra o ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao. Essa evolução incentiva um exame mais aprofundado das operações da Binance e ressalta a necessidade de maior transparência e responsabilidade para mitigar riscos potenciais para os investidores.
–Sylvia Shen, jornalista da BTW Em 8 de março, uma corte federal de apelações reabriu um processo no qual investidores afirmavam que a Binance, a principal plataforma de câmbio de criptomoedas do mundo, violou as leis americanas de valores mobiliários ao vender tokens não registrados. A corte de apelações americana apoia os investidores A 2ª Corte de Apelações dos Estados Unidos em Manhattan, em uma decisão unânime (3-0), decidiu que os investidores na ação coletiva proposta demonstraram suficientemente que as leis americanas de valores mobiliários eram aplicáveis, pois suas compras de tokens se tornaram irrevogáveis nos Estados Unidos.
Esse resultado, segundo a juíza de circuito Alison Nathan, é justificado pelo uso pela Binance de servidores domésticos da Amazon para operar sua plataforma, a Binance 'negando notoriamente a aplicabilidade do regime de regulação de valores mobiliários de qualquer outro país'. Leia também: Nigéria emite intimação ao CEO da Binance por supostos crimes financeiros O recurso envolvia investidores que compraram sete tokens (ELF, EOS, FUN, ICX, OMG, QSP e TRX) na Binance a partir de 2017, e que se desvalorizaram rapidamente.
Os investidores alegaram que a Binance não os alertou sobre os riscos dos tokens e buscavam recuperar seus gastos, enquanto a Binance afirmava que, como sua plataforma estava localizada fora do país, as leis americanas de valores mobiliários não se aplicavam. Inicialmente sediada na China, a Binance depois se mudou para o Japão antes de se estabelecer em Malta devido a mudanças regulatórias. Atualmente, opera sem sede oficial.
Leia também: Juiz nega viagem aos Emirados Árabes Unidos para CZ da Binance, apesar de oferta de US$ 4,5 bilhões Advogado dos demandantes elogia validação unânime do tribunal O advogado Jordan Goldstein, representando os demandantes, disse estar satisfeito com o reconhecimento unânime de seus pedidos pelo tribunal. O caso não está relacionado à recente confissão de culpa da Binance e à multa de mais de US$ 4,3 bilhões por violação de sanções federais e regras de combate à lavagem de dinheiro.
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