O acordo do LinkedIn no valor de US$ 6,6 milhões por métricas infladas é um registro público baseado em evidências, contexto de entidade, eventos e relacionamentos.
O acordo do LinkedIn de US$ 6,6 milhões por métricas infladas é rastreado como um assunto baseado em fontes conectado à cobertura de governança.
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O LinkedIn, da Microsoft, concordou em pagar US$ 6,625 milhões para encerrar uma ação coletiva proposta que acusa a empresa de cobrar a mais dos anunciantes ao inflar as métricas de visualização de anúncios em vídeo. Métricas infladas podem levar a investimentos equivocados e perda de receita, corroendo a confiança nas plataformas de publicidade. NOSSA OPINIÃO Parece que o LinkedIn enfrentou um obstáculo desta vez, desembolsando mais de US$ 6,6 milhões para fazer um acordo com os anunciantes. Isso me lembra do incidente semelhante do Facebook com transparência de dados de anúncios.
As gigantes de tecnologia realmente precisam melhorar seu jogo nessa área. O LinkedIn nega qualquer irregularidade, mas está disposto a pagar e até contratar um auditor externo por dois anos, o que dá ao mercado alguma tranquilidade. No entanto, a raiz do problema — inflar as contagens de 'visualizações' de anúncios em vídeo ao contar mesmo quando os usuários rolavam a página além deles — é bastante curiosa. Felizmente, os anunciantes afetados podem recuperar parte de suas perdas, o que é um alívio. Esperamos que essas plataformas sejam mais honestas no futuro e não desperdicem o dinheiro dos anunciantes.
–Miurio Huang, repórter da BTW O que aconteceu O LinkedIn, da Microsoft, concordou em pagar US$ 6,625 milhões para encerrar uma ação coletiva proposta que acusa a empresa de cobrar a mais dos anunciantes ao inflar as métricas de visualização de anúncios em vídeo. Este acordo preliminar foi protocolado na quinta-feira à noite no tribunal federal de San Jose, Califórnia, e agora aguarda aprovação da juíza magistrada dos EUA, Susan van Keulen.
O processo, liderado pela TopDevz, de Sacramento, Califórnia, e pela Noirefy, de Chicago, alegou que o LinkedIn contava "visualizações" de anúncios em vídeo a partir dos aplicativos dos usuários mesmo quando os vídeos eram reproduzidos fora da tela enquanto os usuários rolavam a página. Os anunciantes acusaram o LinkedIn de inflar artificialmente as métricas de anúncios, resultando em cobranças indevidas. Essa batalha legal começou logo após o LinkedIn divulgar, em novembro de 2020, que seus engenheiros haviam corrigido bugs de software que podem ter causado mais de 418.000 cobranças indevidas, a maioria delas de menos de US$ 25.
Na época, o LinkedIn forneceu créditos a quase todos os anunciantes afetados. Apesar de concordar com o acordo, o LinkedIn negou qualquer irregularidade. Como parte do acordo, o LinkedIn também se comprometeu a contratar um auditor externo pelos próximos dois anos para revisar suas métricas de anúncios, garantindo precisão e transparência. O acordo abrange anunciantes dos EUA que compraram anúncios no LinkedIn de janeiro de 2015 a maio de 2023. O LinkedIn afirmou que o acordo "ressalta nosso compromisso com a integridade de nossos produtos de anúncios e em fornecer uma plataforma confiável para nossos membros e clientes".
O LinkedIn está sediado em Sunnyvale, Califórnia, enquanto a Microsoft está sediada em Redmond, Washington. Nos nove meses encerrados em 31 de março, os lucros da Microsoft totalizaram US$ 66,1 bilhões. Leia também: Republicanos exigem supervisão sobre acordo de US$ 1,5 bilhão da Microsoft com a G42 dos Emirados Árabes Unidos Leia também: Contratação de IA de US$ 650 milhões da Microsoft desencadeia grande investigação regulatória no Reino Unido Por que é importante Este acordo lança luz sobre a questão crucial da transparência nas métricas de publicidade digital.
Os anunciantes dependem fortemente de dados precisos para tomar decisões informadas sobre suas estratégias de marketing. Métricas infladas podem levar a investimentos equivocados e perda de receita, corroendo a confiança nas plataformas de publicidade. O caso ressalta a importância da responsabilidade das empresas de tecnologia em manter a integridade de seus produtos de publicidade. Ao concordar com uma auditoria independente de suas métricas de anúncios, o LinkedIn está tomando medidas para restaurar a confiança dos anunciantes e garantir precisão futura.
Essa medida pode estabelecer um precedente para que outras plataformas de mídia social sigam, enfatizando a necessidade de supervisão externa na verificação das métricas de desempenho de anúncios. A história do processo também destaca as complexidades e os longos prazos frequentemente envolvidos em ações coletivas. Inicialmente indeferido pela juíza van Keulen em dezembro de 2021, os anunciantes recorreram da decisão, mas optaram por mediar a disputa, levando a este acordo. Isso reflete uma tendência crescente em que as partes preferem um acordo a uma litigância prolongada, equilibrando os custos legais com a obtenção de uma resolução.
Além disso, este caso ilustra as significativas implicações financeiras das disputas de publicidade digital. Com o acordo totalizando US$ 6,625 milhões, e os advogados potencialmente buscando até 25% disso em honorários advocatícios, os riscos financeiros são altos. Isso deve servir de alerta para outras empresas sobre os custos potenciais do não cumprimento dos padrões de publicidade. Este acordo é um momento crucial para o LinkedIn e a indústria de publicidade digital. Ele destaca a necessidade de métricas de anúncios transparentes e precisas e o papel das auditorias independentes na manutenção da confiança dos anunciantes.
À medida que a publicidade digital continua a crescer, garantir a integridade e a responsabilidade na forma como as visualizações e interações de anúncios são medidas continuará sendo uma preocupação crítica tanto para anunciantes quanto para plataformas.
Briefing de Sinal
- Sinal: LinkedIn faz acordo de US$ 6,6 milhões em processo por métricas infladas de anúncios em vídeo
- Tipo de Sinal: Governança
- Região: Europa e Oriente Médio
- Classe de Mercado: Tendências globais de serviços em nuvem
Presença Operacional
- As fontes publicadas devem identificar as partes afetadas, a abrangência operacional e a exposição de mercado antes que este mapa de tendências seja considerado completo.
Contexto de Mercado
- Relevância operacional: Médio
- Horizonte temporal: Próximo trimestre
O que assistir
- Fique atento a declarações oficiais, atualizações regulatórias, exposição de clientes ou parceiros e divulgações de acompanhamento.
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