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Briefing de Sinal / Arquivo de Caso

Portugal mantém proibição de equipamentos chineses 5G

O governo português de centro-direita mantém a proibição de equipamentos chineses 5G, apesar dos custos e do recurso judicial. Leia mais.

Portugal mantém proibição de equipamentos chineses 5G
Categoria
Arquivo de Caso

O governo português de manter a proibição de equipamentos chineses 5G é rastreado como uma instituição de infraestrutura da internet dentro do ecossistema de infraestrutura da internet.

Região
Ásia-Pacífico
Foco no Sinal
Mercado
Tipo de conteúdo
Briefing de Sinal
Domínio Primário
Governança
Tópico
Mercado
Impacto
Médio
Confiança
Guia de pontuação de confiança
Confiança limitada (82%)

Várias fontes públicas

O governo português de manter a proibição de equipamentos chineses 5G é perfilado pela BTW Media porque evidências publicadas o vinculam à infraestrutura da internet, governança, dependências operacionais ou visibilidade de mercado.

  • O governo português de centro-direita manterá a proibição do governo anterior de equipamentos chineses em redes 5G, mantendo assim uma das posições mais rigorosas da Europa, apesar dos custos potenciais.
  • A decisão, rejeitada pela China e pela Huawei, é objeto de um recurso judicial em Lisboa.

NOSSA AVALIAÇÃO
O novo governo português de centro-direita manterá a proibição do governo anterior de equipamentos chineses em redes 5G, mantendo assim uma das políticas mais rigorosas da Europa, apesar dos custos potenciais. Essa decisão aproxima Portugal das preocupações de segurança dos EUA, que consideram a tecnologia chinesa uma ameaça potencial. A proibição, que afeta a Huawei, está sendo contestada pela empresa em um tribunal de Lisboa. As operadoras de telecomunicações portuguesas terão que substituir os equipamentos chineses existentes, um processo estimado em mais de um bilhão de euros. O governo argumenta que a garantia de segurança justifica o ônus financeiro e logístico.
-Tacy Ding, jornalista da BTW

O que aconteceu

O governo português de centro-direita manterá a proibição do governo anterior ao uso de equipamentos chineses pelas operadoras de telecomunicações em suas redes 5G, disse um ministro, apesar dos custos esperados de uma posição que é uma das mais rigorosas da Europa.

Em maio de 2023, o Conselho de Segurança Cibernética (CSSC) de Portugal, sob o governo socialista anterior, proibiu equipamentos chineses em redes móveis de banda larga 5G, bem como em plataformas 4G usadas como base para a nova tecnologia.

O CSSC, órgão consultivo do primeiro-ministro, desferiu um golpe significativo nos esforços da gigante chinesa de tecnologiaHuawei(HWT.UL) para entrar no mercado português de 5G e possivelmente expandir seus contratos existentes.

O ministro da Infraestrutura,Miguel Pinto Luz, disse na noite de segunda-feira à emissora NOW: “Existem certas medidas políticas que precisam manter continuidade, e a segurança é uma delas.”

A Europa e os EUA expressaram preocupações de que a participação chinesa em infraestrutura crítica possa comprometer a segurança, posição rejeitada tanto por Pequim quanto pela Huawei. Em setembro, a Huawei entrou com uma ação judicial contra a decisão do CSSC em um tribunal de Lisboa.

Leia também:Alemanha planeja excluir a China de sua rede 5G

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Por que é importante

As grandes operadoras de telecomunicações portuguesas Altice, NOS (NOS.LS) e Vodafone (VOD.L) já declararam que não usarão a tecnologia da Huawei em suas redes 5G principais. No entanto, ainda serão obrigadas a remover os equipamentos de toda a sua infraestrutura.

Um estudo realizado pelos consultores da EY para a Huawei, divulgado na segunda-feira, estimou que a exclusão da tecnologia chinesa poderia custar à economia mais de um bilhão de euros (860 milhões de libras esterlinas), incluindo 339 milhões de euros em custos de substituição.

O ministro, no entanto, relativizou isso, dizendo que as operadoras têm uma “grande janela de tempo” para substituir os equipamentos.

Pinto Luz disse que o grupo de trabalho que apoia a posição do CSSC enfatizou a necessidade de tornar o sistema de telecomunicações “menos permeável” a ameaças potenciais.

Ele admitiu que Portugal adota uma abordagem mais rigorosa do que alguns países europeus e se alinha mais com os EUA. No entanto, observou que “o mundo mudou… e há um conflito econômico e geopolítico cada vez mais forte entre os dois polos.”

Briefing de Sinal

  • Sinal: Portugal mantém proibição de equipamentos chineses 5G
  • Região: Ásia-Pacífico
  • Classe de Mercado: Arquivo de Caso

Presença Operacional

  • As fontes publicadas devem identificar as partes afetadas, a abrangência operacional e a exposição de mercado antes que este mapa de tendências seja considerado completo.

Contexto de Mercado

  • Relevância operacional: Médio
  • Horizonte temporal: Próximo trimestre

O que assistir

  • Fique atento a declarações oficiais, atualizações regulatórias, exposição de clientes ou parceiros e divulgações de acompanhamento.

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