Tópico
Governança de Registros
Na faceta Tópico, a inteligência do tópico Governança de Registros conecta artigos que compartilham um assunto específico, foco de sinal ou tema de monitoramento. A página oferece aos leitores um percurso mais rico por meio de reportagens relacionadas, evidências de fontes, atores do mercado e implicações de infraestrutura, com contexto suficiente para entender por que o tópico é relevante em movimentações de empresas, decisões de governança, exposição regional e risco operacional. Os leitores podem comparar sinais recorrentes, organizações afetadas, evidências públicas, contexto de mercado, continuidade de serviço, compras, concorrência, conformidade e questões de planejamento estratégico por trás do assunto, em vez de se limitar a uma lista enxuta de artigos correspondentes. A página explica o que o tópico abrange, quais atores ou políticas de infraestrutura estão envolvidos, quais evidências sustentam a cobertura e por que o assunto pode ser importante para operadores, clientes, investidores e leitores de políticas.

Reportagens
Duas cadeiras, o mesmo círculo: o recurso redesenhado no Draft 2 do PDP da AFRINIC
Em 9 de novembro de 2017, a segunda versão da proposta AFPUB-2017-GEN-002 reorganizou os controles do processo de desenvolvimento de políticas da AFRINIC: trocou uma Presidência auxiliada por uma Vice-Presidência por duas cadeiras, separou o texto principal de um guia de…

Reportagens
O consenso sem recibo do Soft Landing BIS Draft 7
Em 26 de dezembro de 2017, um relatório oficial descreveu a oposição como cartas de petição idênticas somadas a uma questão substantiva e recomendou ratificação imediata; meses depois, uma revisão oficial do mesmo período encontrou oposição considerável e ausência de consenso. A…

Reportagens
A continuidade da AFRINIC depende de registros verificáveis
Um registro regional ganha confiança com dados exatos, decisões responsáveis e plano de continuidade resistente à disputa institucional.

AFRINIC SAGA
O que faltou entre o silêncio da AGMM e a Resolução 201706.362
Em junho de 2017, a AFRINIC tentou corrigir por resolução escrita a ausência de uma votação formal sobre as demonstrações financeiras na assembleia anual. O caminho podia ser legítimo e eficiente; a questão duradoura é se o registro público permite distinguir, com segurança, a…

Reportagens
A constituição que faria as regras: poder e consenso no PDP Bis Draft 1
Em abril de 2017, o PDP Bis Draft 1 propôs reorganizar o processo pelo qual a AFRINIC discutiria e aprovaria futuras políticas de recursos numéricos. A minuta tentou corrigir ambiguidades reais, mas entregou à presidência do grupo de trabalho poderes acumulados para classificar…

Reportagens
Draft 4 e a geometria da fila: quatorze dias que redesenharam a escassez administrada
Entre a entrada da política vigente na fase 1 e a publicação de uma proposta capaz de reduzir em 32 vezes o teto por pedido, passaram-se apenas quatorze dias. O Draft 4 não era lei nem decisão implementada: era uma tentativa, ainda em discussão, de reorganizar o acesso ao estoque…

Reportagens
O que “auditado e aprovado” realmente entregou aos membros da AFRINIC em 2017
Em 19 de abril de 2017, uma reunião por WebEx encerrou uma etapa importante das contas de 2016 da AFRINIC: o Comitê de Auditoria apresentou sua análise, o Conselho aprovou por unanimidade as demonstrações, dois diretores foram autorizados a assiná-las e a PwC emitiu uma opinião…

Reportagens
Catorze dias para recorrer, cinco cadeiras sob o mesmo comando
Em 2017, a AFRINIC deu forma permanente a uma promessa importante: a decisão processual dos presidentes do PDWG poderia ser examinada por outras pessoas. O desenho reduzia conflitos evidentes e permitia anular uma decisão tomada fora do PDP. Mas a separação tinha um limite…

Reportagens
Draft 5 do Soft Landing BIS: a resposta seletiva que redesenhou a fila da AFRINIC
Em 31 de maio de 2017, a discussão do Draft 4 terminou sem consenso no plenário da AFRINIC-26. O que veio depois não foi uma simples revisão editorial. O Draft 5 incorporou o piso operacional de /24 prometido em resposta à equipe, acrescentou uma espera de 24 meses para quem…

Reportagens
A quarta minuta e a porta de revisão que ela não mudou
A disposição mais delicada da quarta minuta da proposta de revisão de recursos da AFRINIC era a porta de entrada: quem poderia colocar um membro sob exame e com que base. Mas o histórico oficial da própria versão informa que as alterações de abril de 2017 estavam nas seções…

Reportagens
Sete assentos antes da consulta: como a AFRINIC abriu o caminho para revisar suas tarifas
Em janeiro de 2017, sete pessoas nomeadas passaram a ocupar o espaço entre a fatura paga pelos membros e a decisão final do Conselho da AFRINIC. A Resolução 201701.324 dizia que o Conselho queria ouvir cedo “alguns” integrantes da comunidade, sem prejudicar uma consulta posterior…

Reportagens
Quem responde quando o executor muda: a Resolução 201609.300 da AFRINIC e o subcontrato da PTI
Ao consentir que a ICANN subcontratasse à PTI a execução dos Serviços de Numeração da IANA, a diretoria da AFRINIC não transferiu soberania nem concedeu um mandato público: ela acionou uma trava contratual destinada a permitir a troca do executor sem romper a cadeia de…

Tendências globais de serviços em nuvem
A receita escondida do IPv4 começa no inventário, não no marketplace
Antes de escolher entre aluguel e transferência, um ISP precisa provar quais blocos estão realmente livres de dependências de clientes, roteamento, segurança e planejamento de capacidade. Sem essa separação, monetização pode trocar receita de curto prazo por risco operacional.

Arquivo de Caso
A escassez de IPv4 virou um problema de cadeia de controle
O ponto operacional central em **How RIR powerlessness impacts IPv4 scarcity and digital asset management** já não é apenas o esgotamento dos endereços. Os RIRs conseguem coordenar registros e reconhecer transferências, mas um registro administrativo não equivale, por si só, a um…

Arquivo de Caso
O poder dos RIRs termina na fronteira do contrato
A questão prática de **Why RIRs lack enforcement power** não é se um registro regional consegue tomar medidas administrativas. Consegue. O limite decisivo surge quando uma política pretende alcançar uma organização que não está juridicamente vinculada ao contrato do RIR. É nessa…

Tendências globais de serviços em nuvem
Why IPv4 Scarcity transforms IPs into Investable Assets: a liquidez é o próximo teste
O IPv4 já apresenta escassez, utilidade produtiva, transações e receita de locação. O que ainda limita sua evolução como ativo investível é a combinação de baixa liquidez, formação de preços irregular e regras de registro que tornam a transferência menos simples do que em…

Tendências de serviços em nuvem na África
CAIGA e o teste do controle sobre as decisões da AFRINIC
A proposta continental da Smart Africa costuma ser apresentada como uma iniciativa de soberania digital. A questão mais imediata é outra: uma nova camada governamental conseguirá coordenar interesses regionais sem enfraquecer os contrapesos técnicos e associativos que sustentam a…

Reportagens
Os gastos jurídicos da AFRINIC pedem um livro auditado
Uma carta de contratação de outubro de 2021 fixou US$ 1.000 por hora e não limitou despesas reembolsáveis. O documento levanta questões graves, mas apenas o conjunto de faturas, pagamentos e aprovações pode provar quanto a AFRINIC desembolsou e quem autorizou.

Reportagens
ICANN e Maurício devem separar seus poderes sobre a AFRINIC
A ICANN pode avaliar se a AFRINIC ainda cumpre critérios de reconhecimento, enquanto os tribunais de Maurício definem a autoridade legal do administrador judicial. Tratar essas competências como uma só agravaria a crise de legitimidade do registro.

Reportagens
O litígio da AFRINIC exige uma cronologia de incentivos
A disputa com a Cloud Innovation virou uma crise continental de governança. Rótulos de agressor e defensor, porém, escondem a questão de controle: quem podia prolongar cada processo, quem autorizava a medida e quem recebia enquanto ela continuava?
