Consenso aproximado: para protocolos, não para a propriedade
O consenso aproximado ganhou sua legitimidade testando objeções técnicas contra arquitetura, interoperabilidade, implementação e implantação. É um método poderoso para decidir como as redes devem se comunicar. Mas não é, por si só, uma autoridade para anular, transferir, onerar ou redefinir direitos de tipo capital sobre recursos digitais raros.

O consenso aproximado foi projetado para protocolos. Pode informar a governança. Não pode, sozinho, dispor da propriedade.
